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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Senhor prefeito, Manaus tem jeito!





Hoje o novo prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, foi empossado no cargo. Com ele, o ano começou com a esperança de que algo finalmente seja feito para revitalizar a capital amazonense, totalmente desordenada e atirada à própria sorte, tanto por administrações pífias quanto por obra e graça de falsos cidadãos, os quais armados até os dentes com o batido e deturpado discurso de "vivermos em democracia", fazem e acontecem na cidade.


Esse festival de paraguassices pode estar chegando ao fim. Pelo menos é o que os eleitores de Arthur aguardam ansiosamente (eu, entre eles, que lhe confiei meu voto no segundo turno). Chega de termos uma cidade literal e vergonhosamente mergulhada na escuridão, com falta de água principalmente na periferia, com ruas esburacadas, vandalismo, falta de espaços públicos para o lazer familiar, poluição demais, sistema viário que não comporta a demanda, transporte coletivo ineficiente e caro, insegurança... A somente um ano e meio, praticamente, da realização da Copa 2014, a satisfação da escolha da cidade como subsede do evento se transformou em temor e em um sentimento antecipado de vergonha em nível internacional.

Manaus deixou de ser a cidade do Teatro Amazonas e do encontro das águas, somente. Mas é uma metrópole com mentalidade de feudo. Uma capital rica, mas perdida e ignorante de seu próprio potencial, desconhecedora de sua cultura. Não temos museus decentes, nossas praças e monumentos estão sendo destruídos por vândalos que escapam impunes. Não existe uma arborização adequada (o que existe de verde, se destrói por motivos ridículos). Tudo parece feito "nas coxas" e assim fica. Desordem e mais desordem.

Senhor prefeito, confio em sua equipe. Espero que agora os caciques tenham sido definitivamente enterrados. É uma segunda chance para quem já administrou insatisfatoriamente a cidade (é o que se ouve dos seus opositores). Foi o seu crescimento político ao longo dos anos que nos fez gerar essa expectativa tão grande. Afinal, de contas, senhor prefeito, Manaus tem, sim, jeito!!!! E está em suas mãos!

Foto: Arlesson Sicsu

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

E atenção para o horário humorístico gratuito!

Desde que me entendo por gente, abomino o horário eleitoral gratuito. Todo ano eleitoral é a mesma coisa: acusações aqui, cutucadas com vara curta ali, baixarias e a famosa farsa da oposição ferrenha (evidenciada após diversas tramoias políticas que fazem os adversários trocarem gentilezas e negando os ataques e contra-ataques). 

Ontem, porém, enquanto me distraia no Facebook, deixei a televisão ligada justamente nesse intervalo de tempo, e um nome me chamou a atenção: Madona dos Rodoviários, candidata a uma vaga na Câmara Municipal de Manaus por uma das coligações que disputam o poder na capital amazonense. Uma concorrente a vereadora que nem de longe lembra a homônima da Blonde Ambition. Foi então que larguei o netbook e passei a observar os nomes e as atitudes dos candidatos dali em diante, onde houve espaço até mesmo para o Highlander, um dos rivais de Madona (a nossa, não a megastar).

Tenho que confessar que passei a ver o horário político como algo tão surreal que se torna humor escrachado. Enquanto alguns candidatos ao cargo de prefeito de Manaus apelam para lágrimas,  "belas e exemplares" histórias de vida e pegam emprestada a aura de algum anjo da guarda incauto que esteja nas proximidades, outros parecem ter copiado seu cenário daqueles lugares em que os asseclas da Al-Qaeda proferiam ameaças e imprompérios contra o Grande Satã e a civilização judaico-cristã do Ocidente, como bem observaram vários amigos nas redes sociais. A atração principal, fora os candidatos "nanicos" à prefeitura, por assim dizer, acabam sendo os que buscam uma "boquinha" nas dependências da Câmara Municipal.

Temos Madona e Highlander. Os nomes bizarros vão aparecendo aqui e acolá. Mas as atitudes são mais divertidas. Tem candidato que parece estar lendo suas declarações em uma cartolina erguida pelo câmera. Outros estão praticamente congelados e só movem os lábios, em meio a um sorriso amarelo. Alguns são tão espontâneos que não se acanham em massacrar a nossa tão sofrida gramática e ainda abraçam o candidato a prefeito, que parece mais uma estátua de cera (ou "estauta", como alguns dizem). Existem também os que aparentam ter saído de um ônibus lotado, de tão amarrotadas que estão suas roupas, sem nenhum cuidado com a produção visual (ou então pecam pelo excesso, transformando-se em bolos confeitados ambulantes). Vi um cidadão que, se usasse uma peruca preta toda encrespada, poderia muito bem ser o clone da Adelaide, aquela mendiga do programa Zorra Total que sempre pede "cinquenta centarru, vintecinco centarru ô dez centaaaaaaaaarru", mas tem um "tábreti". 

Os tipos estranhos e curiosos continuam em desfile. Tanta bizarrice me trouxe à mente a campanha para a presidência da República na década de 1990, quando entre os embates de Collor e Lula (ainda um trabalhador que todos desejavam ver no poder) apareceram figuras como o Marrozinho, que não conseguia falar e mostrava uma mordaça, a primeira mulher candidata que fazia a propaganda à beira do fogão e o alegórico e já falecido Enéas (este pelo menos conseguiu conquistar seu objetivo e foi um exemplo de persistência). Sem contar o Ronaldo Caiado, bancando o salvador da Pátria montado em um cavalo branco, uma coisa extremamente apelativa e de péssimo gosto.

Depois de muito tempo sem prestar atenção no horário eleitoral gratuito na televisão, descobri uma nova forma de rir e esquecer um pouco as amarguras da vida. Sem querer debochar dos coitados que só estão ali fazendo sabe Deus o quê (se votarem em si já será uma conquista), mas em muitos casos está na cara, literalmente, o despreparo do cidadão. É óbvio que para muitos almejar uma vaga no mundo da política é conseguir uma boquinha para ganhar muito dinheiro (claro, com tantas mordomias é normal haver essa ambição). Mas aqui e ali aparecem pessoas sérias (uns poucos eu conheço pessoalmente e um deles já terá meu voto), e aos demais que involuntariamente acabam se tornando engraçados, só posso desejar boa sorte, pois se Tiririca chegou lá, a zebra pode acontecer de novo. Mas para isso, falta o carisma e uma música idiota que conquiste o público. Pelo andar da carruagem da pobreza musical em nosso país, talvez não seja tão difícil.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Manaus: propaganda e realidade

Ontem, em um dos intervalos comerciais noturnos da televisão, me deparo com uma propaganda da Prefeitura Municipal de Manaus enaltecendo os "avanços" da atual administração de minha cidade (onde nasci, onde cresci, estudei, tive oportunidades e onde minhas raízes estão fincadas, a princípio definitivamente, portanto, MINHA cidade, MEU lar). Como já estou, de acordo com o vocabulário popular, de saco cheio "até o talo" dessa publicidade oficial a la Pollyana, fiz como sempre: apenas olhei e fiquei aguardando o término.

Essa noite, porém, um personagem me chamou a atenção: um rapaz todo sorrisos dizia com orgulho (duvido que autêntico, pois, afinal, é propaganda) que sua (?) cidade havia mudado para melhor, e uma das coisas destacadas foi que os "motoristas paravam na faixa" para permitir a travessia dos pedestres tão logo eles davam o sinal - as faixas vermelhas instaladas em várias vias da capital amazonense, teoricamente para facilitar as travessias principalmente em ruas de tráfego intenso. 

Ora, já bastava ouvir um suposto universitário afirmando, em outra peça publicitária da Prefeitura, que finalmente podia entrar em ônibus novinhos em folha e que nunca estavam lotados. Isso talvez em um sonho, uma realidade alternativa, um universo paralelo ou seja lá o que for, não em Manaus. O outro rapaz falando em educação de motoristas foi o fim da picada!

Nos quinze minutos (em média) do caminho de casa para o meu trabalho, passo por várias dessas faixas. Em frente ao Fórum Henoch Reis, na rua Valério Botelho de Andrade, São Francisco, existe uma. Nas avenidas Maceió e Mário Ypiranga há outras (na primeira,existem duas no meu trajeto). São inúteis. Antes eu ia até essas faixas e ficava fazendo o gesto tão divulgado em outras propagandas oficiais (erguer o braço horizontalmente) para que os carros, a esse sinal, parassem para permitir nossa travessia. Posso dizer tranquilamente que dois a cada dez motoristas são educados o suficiente para tal ato. Os demais simplesmente o ignoram ou são terrivelmente idiotas a ponto de acharem que você está fazendo sinal para um táxi ou um ônibus (mesmo que você não esteja em uma parada). Houve uma vez, na avenida Maceió, que passei pelo menos cinco minutos naquela faixa até aparecerem dois motoristas conscientes que pararam e permitiram minha travessia. Cinco minutos é uma eternidade para quem quer atravessar uma rua! Com alguma sorte, quando há uma pessoa idosa ou mulher grávida, a sensibilidade desses motoristas se aguça e eles param devidamente (com alguma sorte, friso bem, porque a maioria, se a impunidade fosse maior do que já é, simplesmente atropelariam, sem remorso algum, qualquer pessoa).

Bom, agora voltei ao lado selvagem do trânsito. Não adianta me deslocar para essas faixas e perder tempo. O jeito é arriscar a vida atravessando em outros lugares, porque não vai fazer diferença. Daí o fato de o rapaz dizer que "os motoristas param na faixa" me fizeram, em bom português, "subir nas tamancas". Não critico a Prefeitura por querer mostrar seu trabalho, seja ele bem ou mal feito para nós. É o papel da propaganda, é o papel de todo administrador. Se falar na falta de educação do povo, vai ser malhado, pode esquecer reeleição ou qualquer outra coisa. O negócio é não mexer na ferida da ausência quase total de colaboração da população com o administrador municipal. 

Outro exemplo de como isso incomoda: a Prefeitura mostra o complexo da Ponta Negra lindo, perfeito, mas não mostra que uma cambada de porcalhões danifica o patrimônio público, joga lixo por todos os lados, ultrapassa os limites da poluição sonora. Isso deveria ser mostrado em campanhas ostensivas, fazer o babaca se enxergar nesses trabalhos de conscientização. Só dizer o que deve ser feito e o que não deve ser feito não basta. Mas pelas razões que expus anteriormente, para eles é melhor não mexer com o eleitor. Pelo menos é o que parece.

Opções? Vamos ver o que existe por aí:

1) semáforos para pedestres: é aparentemente a melhor ideia. O transeunte aperta o botão e espera o sinal vermelho para os condutores pararem, podendo, assim, fazer a travessia tranquilamente. Porém, há vândalos na cidade, vagabundos sem  noção de vida em sociedade. Se quebram uma "corujinha", como foi noticiado por esses dias, imagine esses semáforos de fácil acesso. Quando não é o vândalo, é o transeunte equivocado, que insiste em apertar o botão do semáforo várias e várias e várias vezes, a exemplo do cidadão que pressiona seguidamente o botão de chamada do elevador, como se isso fosse tornar o equipamento mais rápido. De tanto ser "amassado", o equipamento acaba pifando. Ainda há mais um efeito colateral: a retenção do tráfego em avenidas de grande movimento.

2) passarelas: alternativa mais segura, mas infelizmente ignorada por uma boa parte da população. Eles preferem ziguezaguear entre os carros a fazer um pouco de exercício subindo escadas ou rampas. Na avenida André Araújo, nas proximidades da Secretaria de Estado da Fazenda, é possível ver essa situação: pessoas se arriscando sob a passarela que poderia eliminar riscos de atropelamento. Depois que sentem no lombo o peso do veículo, querem culpar a Prefeitura, o governo, a Dilma ou o Papa. Claro, ninguém admite que é idiota, por maior que seja o tamanho de sua inconsequência.

3) educação para o trânsito: bem feita, mostrando a boa vontade em incentivar as pessoas a cumprir seu papel. Mostra como é possível haver civilização nas ruas de Manaus e como deve ser a participação de cada um - pedestre ou motorista. Surtiu efeito? Imediato, não, e também seria impossível. Mas não vejo sinais de que a longo prazo isso aconteça.

É, senhores administradores, a coisa está feia. Que tal algo mais radical? Em meu trabalho, cheguei a comentar que estava prestes a tomar uma atitude para fazer certas pessoas vestirem a carapuça da imundície: colocar no banheiro masculino do nosso andar (e conseguindo uma cúmplice para fazer o similar no banheiro feminino) uma placa com os seguintes dizeres: "Não transforme este banheiro em seu chiqueiro particular. Não jogue guimbas de cigarro nos mictórios nem deixe papéis-toalhas jogados sobre as pias" e outras coisas. Ou seja, nada de palavras bonitas ou eufemismos, mas sim que atinjam diretamente na essência os porcalhões, mostrando que há quem se importe, quem saiba como esses imundos são. E me referi a educação ambiental. No trânsito, a coisa é mais complicada, porque lida com tempo - as pessoas hoje vivem com pressa para tudo, mesmo sem razão aparente, e são egoistas a ponto de não ligar para regras e campanhas, como bem se vê.

Enquanto isso, a Manaus ideal só existe na publicidade - de certa forma, enganosa.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Manaus e a tarifa social: o apressado come cru... e amargo

Votei no Serafim Corrêa na última eleição para prefeito de Manaus. Achava que ele poderia ajudar a mudar nossa cidade para melhor. Para mim, isso estava acontecendo aos poucos. Depois de décadas de desmandos de grupos políticos que se revezavam no poder, ele apareceu como a boa alternativa. Mas o povo cansado de tanta desconsideração não teve paciência. A maioria deu um passo atrás e elegeu, mais uma vez, Amazonino Mendes.

Aqui vale aquela máxima: cada povo tem o governante que bem merece. Os ônibus continuam cacarecos ambulantes eventualmente maquiados, há buracos por todas as vias públicas, o trânsito ainda não tem uma solução decente (se bem que, convenhamos, a questão é mais complicada por conta das ações individuais que somente uma gestão ditatorial poderia dar jeito), nosso parques estão ficando escuros e abandonados... E o nosso prefeito perde a compostura - coisa que nenhum gestor pode fazer por mais crítica que seja a situação -, acaba sendo mal interpretado e abre uma brecha para oportunistas sugerirem um impeachment - falando sério, já houve coisa bem pior na prefeitura e não se falou nisso. Agora, coroando tudo, acaba a tarifa social aos domingos - a metade do valor de uma passagem de ônibus cobrada no sistema de transporte coletivo. Reclamavam que o Serafim deixou a cidade cheia de buracos. Aí está...

Coloquei no Twitter, no Facebook e agora coloco aqui a questão: o que me dizem os eleitores do atual prefeito? Aqueles que me xingaram quando declarei meu voto abertamente na época e defendi o então prefeito Serafim Corrêa porque acreditava que ele precisava de mais tempo (o Lula não teve?), ou que gritavam "agora a cidade vai para a frente" quando a vitória estava confirmadíssima e debocharam da nossa derrota (disputa é disputa, mas infelizmente tem gente que apela para a arrogância nessa hora), onde estão? Comemorando o fim da tarifa social, entre outros avanços que estariam nos colocando "para a frente"?

Vamos ver essas comemorações enquanto embarcam nesses ônibus ridículos, torcendo para que não "preguem" no meio do caminho. É isso aí, Manaus... Não teve paciência... O apressado come cru - e, no caso, amargo. Ainda assim, eu te amo (com algumas reservas).

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"Então, morra!" - o episódio de um eterno retorno

O mais comentado episódio da semana é só mais um dèja vu envolvendo um problema permanente em qualquer grande cidade: as ocupações irregulares. É por conta disso que aconteceram tragédias em Manaus, em Angra dos Reis, em Petrópolis e outras cidades brasileiras, guardadas as devidas proporções, claro. E entra ano, sai ano, e essas ocupações irregulares continuam, e o problema só é levado a sério quando acontece uma desgraça ou quando, como o que aconteceu recentemente, o prefeito perde a pose e age pior que um estivador: a mulher reclama de que não tem para onde ir, e Amazonino Mendes retruca, diante dos jornalistas, "então, morra, minha filha!", emendando a pérola de grosseria com um claro deboche quanto à origem paraense da queixosa.

Eterno retorno. Não há termo mais apropriado para o fato. Vai se discutir durante semanas a atitude inadequada do prefeito, mas duvido muito que a questão seja aprofundada ao que interessa: o que aconteceu na área do entrevero (onde houve um deslizamento que matou uma mulher e duas crianças) nunca vai ter solução, aparentemente. Sabe-se que essas áreas de risco existem. Por que se permite que sejam ocupadas? Por que já se sabe de antemão que em época de eleição as invasões de terra pipocam aqui e ali, algumas - dizem - manipuladas por políticos inecrupulosos, mas não se faz nada para prevenir o problema, exceto quando a floresta já foi devastada e uma nova favela aparece? 

O assunto envolve questões habitacionais, ambientais e sociais, no entanto nunca há solução ao problema que não seja arrumar casa para os invasores. Nunca houve profissionais gabaritados nas gestões municipais que pudessem encarar o problema de frente? Acho que é uma questão de boa vontade política, caso contrário não haveria situações exemplares em outros Estados. Recentemente, com as tragédias provocadas pela chuva no Rio de Janeiro, houve o caso de uma cidade (cujo nome me foge agora) onde não houve mortes provocadas pelas alagações, pois o prefeito (salvo engano) organizou a evacuação prévia dos moradores. Isso é bom senso. Isso é ser competente. Isso é administrar de verdade.

Não estou tecendo críticas especificamente ao senhor Amazonino Mendes, e sim às administrações (inclusive as anteriores dele) que já passaram por Manaus e não resolveram problemas que se repetem agora e, se isso não mudar, irão se repetir mais adiante. Se há ocupações irregulares, é preciso uma política habitacional urgente. Não é fácil, claro, mas é hora de buscar uma solução a médio prazo. Não sei o que sugerir, pois mudar isso é obrigação de quem foi eleito pela população e sua equipe. Tivesse eu conhecimento suficiente para indicar o caminho das pedras, certamente o faria.

Invasões acontecem porque a administração pública permite. Por medo de serem chamados de tiranos (ou, de modo mais escuso, garantir simpatia e votos), os administradores deixam acontecer e ainda premiam os invasores com urbanização da área invadida (e o meio ambiente que se f...). Onde isso vai parar?

Ultimamente, quando falam mal de Manaus por conta do comportamento da população, me limito a ficar calado, engolindo, porque vejo razão. Infelizmente, é assim. 

SÉRIES: "The boys" (2019-2026)

 Imagine uma versão do Super Homem ou da Mulher Maravilha que fogem totalmente ao modelo já criado nos quadrinhos e nos desenhos, filmes e s...